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Bom Conselho – “Entre a realidade e a Fantasia”

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Bom Conselho vive uma irrealidade decorrente das altas pretensões de alguns empresários que mesmo investindo alto no comércio local, não conseguem manter-se no ramo de atividade escolhida. Digo irrealidade devido ao fato de não termos um poder aquisitivo real que dê suporte a demanda de lojas que são abertas e condições de compra oferecidas aos clientes no comércio local.

Com as facilidades oferecidas pelas lojas virtuais na internet, são centenas ou até milhares de consumidores que estão aderindo à este tipo de mercado financeiro. Devido à isso cai consideravelmente a cada dia a opção convencional de compras no comércio, seja ele local, ou regional, provocando desde a redução drástica do quadro de funcionários até o fechamento da empresa. 

Como se não fosse suficiente, adicione a tudo isso o fato de que o comércio da nossa cidade vive um despreparo descomunal em relação ao atendimento de clientes em suas dependências. Não precisa ir muito longe pra se deparar com “vendedores” dando uma de ‘Donos‘, sendo desatenciosos ou desinteressados para com a pessoa do cliente. Mesmo que fossem, não seria esse o papel de um comerciante. Já aconteceu comigo, em uma determinada loja do nosso comércio, de ficar mais de 20 minutos em frente ao balcão e nenhum funcionário sequer perguntou se eu desejava alguma coisa! Pergunta: Foi esse o treinamento que receberam? duvido.

O que é pior, em alguns casos, donos de lojas que nem olham para a cara do seu cliente, muito menos, dar um bom dia! você entra na loja dele, sai e ninguém enxerga você, ou pelo menos faz que não vê. Ás vezes parece que você é um fantasma. Quer mais?, e o que dizer daqueles donos de lojas ou mercados que fazem do seu caixa um salão de beleza, em pleno dia de movimento do comércio? – absurdo.
 
Em outra ocasião, um cliente já com as compras em mãos, chegou no caixa e perguntou se o mercado trabalhava com cartão de crédito, ao que o proprietário respondeu: “Sim, mas a maquininha estava quebrada”. Com isso deixou de fazer a venda. Não ofereceu nenhuma outra opção de pagamento. Sem opção, o cliente acabou devolvendo a mercadoria e foi embora. E isso é o de menos que acontece em nosso comércio.
 
Junte a isso, o fato de que existem pretensos investidores estudando a possibilidade de instalarem grandes empresas em nosso comércio. São prometidas novas lojas, novos mercados e Supermercados de Redes já se instalando. Essas empresas não investem a toa, nem são sonhadores como alguns dos nossos comerciantes. São organizados, possuem todo apoio técnico e logístico para efetuar a sua atividade dentro das suas estatísticas de vendas ao consumidor.
 
Agora, como fica aqueles comerciantes e seus pequenos comércios que insistem em se comportar como bodegas de pontas de ruas? A resposta é óbvia, será apenas uma questão de pouco tempo para serem engolidos pelas novas propostas comerciais de outras empresas que estudam a necessidade da cidade não apenas em ter o produto, mas principalmente em como tornar seu cliente, parte da sua empresa e mantê-lo como tal.
 
 

Fica a dica!

  Em breve falaremos sobre a Higiene em alguns locais Públicos e Privados


                                      AGUARDEM




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