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SAÚDE

“Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

Pfizer e agora a AstraZeneca vão pesquisar se há necessidade de uma dose adicional de imunizante contra Covid-19. Saiba mais

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REPORTAGEM: FILIPE MOURA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (19), a AstraZeneca a realizar estudos para avaliar a possibilidade de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. Com isso, já são duas as fabricantes de imunizantes usados no Brasil a obter o sinal verde do órgão. Em junho, a Pfizer foi liberada para investigar os efeitos, segurança e benefício de uma dose de reforço de sua vacina, a Comirnaty. 

Ambas as pesquisas estão em estágio inicial. Em resposta à reportagem, a Anvisa esclareceu que “até o momento não há estudos conclusivos sobre necessidade de terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra a Covid-19”. No entanto, o que explicaria a busca dos laboratórios farmacêuticos por respostas em relação à uma terceira dose? O portal Brasil61.com conversou com especialistas para entender a questão. 

Segundo Melissa Medeiros, infectologista e coordenadora do Núcleo de Pesquisas do Hospital São José de Doenças Infecciosas, em Fortaleza (CE), não era possível prever uma terceira dose antes do início da imunização da população. Com o passar do tempo, a chegada de novas variantes e a resposta imunológica de alguns grupos às duas doses, a ciência tem caminhado nesse sentido, explica. 

“No início dos protocolos da imunização, não imaginávamos a necessidade de uma terceira dose tão precoce. Não estava no desenho inicial. Provavelmente só duas doses. Como não temos, inclusive, como prever o tempo em que vamos precisar para fazer esses reforços”, diz. 

Para a infectologista Ana Helena Germoglio, a dose de reforço contra a Covid-19 segue padrão adotado para impedir outras doenças, ainda que numa periodicidade menor. “A gente já sabe, com base em várias outras vacinas que utilizamos há muitos anos, que muitas vacinas precisam de reforço a cada dez anos, a cada cinco anos ou até anualmente, como é o caso da Influenza. E a mesma coisa, muito provavelmente vai ser em relação às vacinas da Covid-19”, afirma.

Ana Helena esclarece, contudo, que as pessoas que já tomaram as duas doses contra a Covid-19 não devem ficar preocupadas, achando que não estão protegidas adequadamente contra o vírus. “Muito provavelmente no futuro vamos precisar de uma terceira dose da vacina, mas nem por isso a gente deve achar que as vacinas utilizadas hoje em dia não funcionam.”

Segundo a Anvisa, todas as vacinas autorizadas no Brasil mantêm proteção contra doenças graves e morte. 

“Principalmente com essas medicações da AstraZeneca e da Pfizer, já temos uma efetividade enorme com a segunda dose de vacina. A gente tem uma proteção muito maior quando faz a segunda dose, embora só a primeira dose das vacinas já dê uma proteção em torno de 84% de infecção. A segunda dose deve ser feita, deve ser reforçada”, indica a doutora Melissa. 

Fonte: Brasil 61

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