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Mauricéa – De prêmios à exportação para cinco países
Com uma produção de 4 milhões de frangos por mês, a Mauricéa Alimentos possui atualmente 3,3 mil colaboradores e tem unidades em Pernambuco, na Bahia, na Paraíba e no Rio Grande do Norte. Apesar da crise que assolou a economia brasileira nos últimos anos, o empresário Marcondes Tavares de Farias garante que a empresa não deixou de crescer, apenas diminuiu o ritmo em relação aos anos de tranquilidade no cenário nacional.
“A gente nunca para. Não podemos parar porque é que nem andar de bicicleta, se parar cai”, brinca, afirmando que em 2019 a empresa deve começar a produzir embutidos, como mortadela e salsicha, na unidade localizada em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. No caso do abatedouro de Nazaré da Mata, a empresa vai aumentar a capacidade em 50% (são produzidos 120 mil frangos por dia, atualmente). “Vamos trabalhar ao longo de 2019 para que esse crescimento aconteça já em 2020. Não que no primeiro ano já vamos crescer nessa proporção, mas vamos ficar com uma capacidade ociosa que vai sendo preenchida com o tempo”, explica.
A estrutura da Mauricéa é composta por dois abatedouros, duas fábricas de rações, uma fábrica de ovos e três centros de distribuição espalhados nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Bahia. Os abatedouros estão localizados em Nazaré da Mata (PE) e em Luís Eduardo Magalhães (BA) – neste último, a capacidade de produção é de 300 mil frangos por dia; na mesma cidade baiana encontra-se uma das fábricas de rações, enquanto a outra fica em Carpina. É na cidade paraibana de Pedras de Fogo que a Mauricéa produz os ovos por meio da marca DaGema – são 500 mil unidades por dia. Os centros de distribuição estão localizados em Natal (RN) e em Feira de Santana e Vitória da Conquista, ambas na Bahia.
“Uma das coisas mais importantes dentro de um complexo avícola é quando você inicia as atividades do abatedouro industrial, porque sai muito da atividade rural para a agroindústria”, explica Marcondes, ressaltando que esse foi um dos marcos mais importantes na trajetória da empresa. “Precisamos lidar com outro tipo de mercado, oferecer outro produto, atender a outros clientes”, acrescenta. Ele ressalta, ainda, que uma empresa do setor precisa atuar em quatro segmentos diferentes. “A cadeia da avicultura é complexa. É trabalhosa porque você precisa ter uma atuação completa para ser mais eficiente: produção de pintos, de ração, a criação dos frangos e o abatedouro”. E, para permanecer no mercado por tantos anos, foi necessário que a Mauricéa agregasse toda a cadeia.
Além de produzir para toda a região Nordeste, a Mauricéa exporta cerca de 8% de sua produção. Na rota, países como Hong Kong, Mianmar, Hiati, Vietã e Japão. A empresa possui todas as certificações exigidas pelo Ministério da Agricultura.
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