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Os riscos do FaceApp, o aplicativo da moda que envelhece o seu rosto
Aplicativo russo armazena em seus servidores informação privada sobre o usuário que pode ceder a terceiros.
Não há dúvidas de que o FaceApp, número um nas principais lojas de aplicativos do mundo, e com uma difusão nas redes sociais que recebe a qualificação de viral, é o sucesso do momento. Se você ainda não conhece esse famoso aplicativo é possível que não frequente muito o Twitter e demais redes sociais, uma vez que sua presença nas mesmas é, hoje, maciça. Em que consiste exatamente o FaceApp e por que surgem os primeiros alarmes entre os especialistas em segurança?
O aplicativo emprega um sistema neuronal baseado na inteligência artificial que analisa a fotografia subida automaticamente aos seus servidores para conseguir os efeitos desejados, envelhecer ou rejuvenescer, ao protagonista da foto com um realismo surpreendente. Até aí, nada de novo que não aconteça diariamente com centenas de aplicativos no mundo todo, mas no caso do FaceApp existem duas realidades que fizeram disparar os alarmes: os servidores estão na Rússia, por um lado, e por outro, a política de privacidade é suficientemente vaga para que se pense duas vezes antes de aceitar seu termos.
Os primeiros alarmes sobre os riscos que o usuário corre ao baixar e utilizar o aplicativo não demoraram a chegar: sabemos exatamente o que acontece com as fotografias quando são transformadas e devolvidas ao usuário? Os termos de privacidade são muito vagos para despertar suspeitas e, como se não bastasse, os criadores do aplicativo dizem no contrato aceito pelo usuário que seus dados podem ser cedidos a terceiros. “É algo muito preocupante”, diz ao EL PAÍS Borja Adsuara, advogado especialista em comunicação digital, que também acusa as lojas digitais por não adotarem medidas cautelares.
Os primeiros alarmes sobre os riscos que o usuário corre ao baixar e utilizar o aplicativo não demoraram a chegar: sabemos exatamente o que acontece com as fotografias quando são transformadas e devolvidas ao usuário? Os termos de privacidade são muito vagos para despertar suspeitas e, como se não bastasse, os criadores do aplicativo dizem no contrato aceito pelo usuário que seus dados podem ser cedidos a terceiros. “É algo muito preocupante”, diz ao EL PAÍS Borja Adsuara, advogado especialista em comunicação digital, que também acusa as lojas digitais por não adotarem medidas cautelares.
Fonte: EL PAÍS
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