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Cães soltos nas ruas podem representar ameaça perigosa
Grande número de animais soltos pela cidade torna a situação um alerta. O cão é o melhor amigo do homem. O título já é milenar, mas há exceções. O grande número de cães abandonados pelas ruas da cidade tem preocupado a população de Bom Conselho. No centro da cidade, em especial, nas imediações da Praça D. Pedro II, Praça de alimentação, e nos arredores da Caixa Econômica Federal, na Avenida nova, é comum vermos esses animais em quantidades, muitos destes em estado deplorável. Infelizmente, nestas condições, estes animais se tornam uma ameaça real para crianças, adultos e idosos.
Nesta semana, nossa redação recebeu várias denúncias sobre cães perambulando pelas ruas da cidade. “Tenho medo de ir trabalhar de manhã, ou de voltar de um dia de serviço e encontrar com uma ‘fera’”, diz uma senhora que não quis se identificar, mas que foi vítima de ataque de cão. Outro cidadão relatou: “Infelizmente já fui atacado por um cachorro e sei o quanto é difícil e doloroso o tratamento, isso quando não temos que nos deslocar para Garanhuns ou Recife em busca de cuidados”.
Zoonoses
Além de representarem um risco físico, os cães também podem ser um poderoso vetor de zoonoses – doenças transmitidas de animais para o homem. “Entre as zoonoses mais temidas, está a raiva – também conhecida como hidrofobia. Para o homem, a principal forma de transmissão da doença se dá pela mordedura de um animal, que foi infectado, geralmente por morcego, cão e gato”.
“A evolução da doença, tanto nos animais quanto no homem, se dá de forma rápida. Seus sintomas neurológicos são, por exemplo, falta de coordenação motora, ataxia, agressividade, entre outros. Após passar o período de incubação e iniciados os sinais clínicos, não há tratamento e a doença é invariavelmente fatal”.
As autoridades precisam se conscientizar dos riscos que os cães abandonados estão causando e poderão causar ainda mais à população.
1°) Lavar o ferimento com água e sabão e usar um desinfetante;
2°) procurar, logo em seguida, um médico ou um hospital;
3°) Localizar o proprietário do animal
4°) não matar o animal, mas observá-lo pelo período de 10 (dez) dias. Se houver alteração em sua saúde, consultar
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