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Morte do dono da Construtora Falcão foi encomendada por empresário de Alagoas, diz polícia
Um empresário alagoano e o parente do dono da Construtora Falcão, Sérgio Falcão, de 52 anos, são acusados, de acordo com a análise do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), de serem os mandantes do crime, entretanto, não foram indiciados por falta de provas materiais. Porém, dois policiais militares foram indiciados pelo homicídio qualificado de Sérgio Falcão.A Polícia Civil de Pernambuco concluiu pela quarta vez o inquérito que aponta que foi um assassinato e não suicídio, segundo diz o laudo do Instituto de Criminalística (IC). Falcão atuava em Alagoas e em Pernambuco e deixou vários empreendimentos inacabados em Maceió. O caso completa cinco anos nesta segunda-feira (28).
Segundo a delegada do caso, Vilaneida Aguiar, Jailson Melo, o ex-segurança de Falcão teria sido autor material do crime e o irmão do militar, Jailton Melo, cúmplice. Ambos foram indiciados no homicídio.
A versão apresentada por Jailson, conta que no dia do crime ele teria ido ao apartamento do empresário que tomou a arma dele e atirou contra a própria boca. Após o acontecimento, o ex-segurança teria recolhido o revólver e deixado no local. As roupas do ex-segurança só foram entregues uma semana depois para a perícia. Os peritos também afirmam que não havia sinais de luta corporal, mas a delegada disse que o piso da saleta havia sinais de que móveis foram arrastados e de solado de sapato.
Impasse
O grande impasse para o avanço das investigações ainda está na falta de provas materiais. A delegada do caso reuniu as chefias das polícias Civil e Cientifica e solicitou, há alguns meses, a revisão da perícia, porém, o resultado ainda não foi entregue.
O caso
O empresário Sérgio Barros Falcão foi encontrado morto em seu apartamento, na Avenida Boa Viagem, área nobre da Zona Sul do Recife. As câmeras de segurança do prédio mostraram o ex-segurança do empresário, um policial militar reformado, chegando de moto ao local e subindo para o apartamento.
A empregada, que estava na casa, disse à polícia que foi trancada na cozinha e ouviu uma discussão e um barulho que, a princípio, não associou a tiro. As câmeras mostraram também o ex-segurança deixando o apartamento e colocando uma pistola na cintura.
Segundo a polícia, a construtora Falcão estava enfrentando problemas financeiros.
*com Ronda JC
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