ECONOMIA
Bradesco fecha agências, aposta na alta renda e investe em tecnologia para voltar à rota
FECHAMENTO DE AGÊNCIAS
O banco planeja fechar entre 600 e 700 agências e pontos de atendimento neste ano com o objetivo de reduzir custos. Em 2025, o Bradesco fechou cerca de 1.400 pontos, depois de ter encerrado uma quantidade similar no ano anterior.
Com a competição mais acirrada com as fintechs, que oferecem serviços gratuitos, o banco tem visto sua receita de conta corrente cair, assim como a anuidade de cartão para pessoas de mais baixa renda.
“Você ter atendimento em papel custa uma fortuna. A gente tinha receita com conta corrente, que hoje cai, e tinha receita com anuidade de cartão”, afirmou o executivo, acrescentando que o custo de transportar dinheiro também é elevado.
“A gente perdeu receitas que, na hora de fazer todo esse processo, você deixou de pagar a conta. Por isso que tem de afunilar no digital, não tem alternativa.”
De acordo com o CEO, há cidades em que não vale a pena estar mais. “Cidade abaixo de 20 mil habitantes é bem complicado de rentabilizar. O Bradesco Expresso, porém, continua em 100% dos municípios brasileiros, com mais de 39 mil representantes.”
O Bradesco Expresso funciona em estabelecimentos comerciais, como mercadinhos e farmácias, que recebem dinheiro e têm um tablet com os sistemas do Bradesco.
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