ALEXANDRE TENÓRIO
COLUNA ENSAIO GERAL: Arnaldo de Teté (parte 3)
Como candidato a vereador com ampla chance de ser o mais votado, Arnaldo negligenciou um pouco a campanha, pois onde chegava ouvia que já estava eleito.
Por outro lado as cabeças pensantes do grupo de Manuel Luna, estavam pensando como fazer para seu Odilon Miranda ser reeleito, então as forças ocultas resolveram entrar em ação, e bolaram um plano sórdido, mandaram imprimir uns santinhos com a foto de “Arnaldo de Teté”, porém com o número de seu Odilon, ou seja, se a pessoa ao votar escrevesse o nome de Arnaldo tudo bem, o voto seria para ele, porém se resolvesse colocar o número na cédula eleitoral, o voto seria para Odilon Miranda, isto é que chamamos de alta sacanagem, e não deu outra, quando abriram as urnas seu Odilon Miranda foi eleito e Arnaldo de Teté não foi eleito.
Lembro-me muito bem, que eu estava uma manhã logo após as eleições na casa comercial do meu tio “Jordalino Cavalcante”, quando chega Arnaldo, com a cabeça baixa, e todo choroso, comentou, que tinha investigado o porque não tinha sido eleito vereador, e que chegou à conclusão que tinham o enganado.
Estava ele decidido a abandonar o grupo de Manuel Luna. Porém o amor dele por Manuel Luna era maior que a traição, e continuou no grupo, e Manuel Luna ao ser eleito deputado estadual na eleição de 1986, fez dele o seu secretário de gabinete.
No próximo capitulo encerramos, obrigado.
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