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Itaú é processado em R$20 mi por aborto de funcionária
As acusações do Ministério Público do Trabalho do estado de Tocantis (MPT-TO) ao banco Itaú, em decorrência de uma funcionária que, sob pressão, teria sofrido aborto espotâneo, é de assédio moral. A agência onde aconteceu o caso, em 2013, está localizada em Tocantins.
O MPT ainda acusa o banco de sobrecarregar os trabalhadores, punir os que ficam enfermos e não computar as horas extras trabalhadas. Essas irregularidades “estariam ocasionando problemas físicos e psicológicos nos empregados”, disse o próprio ministério.
A denúncia ao órgão federal foi feita pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado do Tocantins (Sintec-TO), que relatou o aborto da funcionária durante o expediente após um mal estar sentido por ela. Após perder o bebê, foi obrigada a terminar as suas atividades antes de ir a um hospital. O feto passou esse período guardado em uma sacola plástica.
“Mesmo ensanguentada, não pôde sair da agência até fechar a tesouraria, três horas depois do aborto”, disse o MPT em nota divulgada.
fonte:DP
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